Pra galera que quer compartilhar um filme manero que assistiu, esse é o lugar.
Apesar da cidade não ter sala de cinema, tem muita gente que curte coisa boa, e não os filmes que passavam nas salas do shopping quando já estavam nas locadoras.
Se você viu um filme interessante que fez diferença na sua vida compartilhe, e, quem sabe, até discuta o roteiro, a direção, a fotografia…
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Gostei muito deste espaço no blog, aqui poderemos compartilhar filmes de diferentes gêneros e nacionalidades. Eu sou apreciador do cinema nacional e apesar da nossa cidade não ter nenhuma sala de cinema, procuro outras formas para prestigiar a produção do nosso país. Existe uma penca de bons filmes, mas começo indicando o filme: “CAFUNDÓ”
Ficha Técnica
Título Original: Cafundó
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2006
Site Oficial: http://www.cafundo.com.br
Estúdio: Prole de Adão Produções Artísticas / Laz Audiovisual / Gullane Filmes / Teleimage
Distribuição:
Direção: Clóvis Bueno e Paulo Betti
Roteiro: Clóvis Bueno
Produção: R.A. Genaro, Virginia W. Moraes e Paulo Betti
Música: André Abujamra
Fotografia: Zé Bob
Direção de Arte: Vera Hamburger
Figurino: Bia Salgado e Mariza Guimarães
Alguns dos mais conhecidos do elenco: Lázaro Ramos, Leona Cavalli, Leandro Firmino da Hora, Milhem Cortaz, Flávio Bauraqui, Paulo Betti, Renato Consorte.
(fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/cafundo/cafundo.asp)
João de Camargo foi um importante líder religioso na região de Sorocaba no início do século XX. Negro, pobre, semi-analfabeto, ele viveu o período pós abolição da escravidão, quando negros libertos deixavam as fazendas de café em direção aos centros urbanos. João de Camargo lutou na guerra federalista, pulou de subemprego em subemprego, estabeleceu-se numa roça própria, desiludiu-se com a esposa, tornou-se alcoólatra até começar a ouvir vozes. A partir daí teve vida regrada, fundou uma igreja que unia cultos afros com a religião católica. Acusado de curandeirismo, foi preso 17 vezes.
O filme de Paulo Betti e Clóvis Bueno é uma biografia convencional deste líder religioso, quase uma ilustração dos momentos mais importantes de sua vida, com ênfase na fase mística. Direção de arte e fotografia adquire um papel de destaque no filme. É um desfile de atores negros desconhecidos e talentosos. Leandro Firmino (o Zé Pequeno de Cidade de Deus) e Lázaro Ramos são os destaques. Foram dez anos para Paulo Betti concretizar o projeto, sonho acalentado desde a juventude. Betti conviveu com a figura de João de Camargo, foi criado num meio pobre e de maioria negra e tornou-se devoto do líder religioso. O filme é uma homenagem ao personagem e à cultura africana e caipira do interior de São Paulo.
Eu sugiro Saneamento Básico, ofilme. É uma comédia nacional divertidissima.
Vale a pena!
FICHA TECNICA
Título Original: Saneamento Básico
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2007
Estúdio: Casa de Cultura de Porto Alegre
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Direção: Jorge Furtado
Roteiro: Jorge Furtado
Produção: Nora Goulart e Luciana Tomasi
Música: Leo Henkin
Fotografia: Jacob Solitrenick
Direção de Arte: Fiapo Barth
Figurino: Rosângela Cortinhas
Edição: Giba Assis Brasil
Locações: Município de Bento Gonçalves, RS,
de 11 de julho a 13 de agosto de 2006
País: Brasil
Ano: 2007
ELENCO:
Fernanda Torres
Wagner Moura
Camila Pitanga
Lázaro Ramos
Janaína Kremer
Tonico Pereira
Paulo José
Sérgio Lulkin
Marcelo Aquino
Zéu Brito
Lúcio Mauro Filho
Margarida Leoni Peixoto
Irene Brietzke
Sandra Possani
Felipe de Paula
Milene Zardo
o filme que eu indico é “Quase dois irmãos”
Sinopse Resumida:
Miguel, senador da República, visita seu amigo de infância Jorge, que se tornou um poderoso traficante de drogas do Rio de Janeiro, para lhe propor um projeto social nas favelas. Apesar de suas origens diferentes, eles se tornaram amigos quando criança, nos anos 1950, pois o pai de Miguel tinha paixão pela cultura negra e o pai de Jorge era compositor de sambas. Nos anos 1970 eles se encontram novamente na prisão de Ilha Grande. Ali, as diferenças raciais eram mais evidentes: enquanto a maior parte dos prisioneiros brancos estava lá por motivos políticos, a maioria dos prisioneiros negros era de criminosos comuns. O filme, um retrato da relação entre a classe média e a favela carioca, marcada pela música popular e pela história política recente.
Sinopse Completa:
A relação de dois amigos, Miguel (personagem dividido pelos atores Caco Ciocler e Werner Schünemann, em diferentes idades) e Jorge, que começa nos anos 50. O primeiro é branco, filho de um jornalista apaixonado por samba. O segundo, negro, filho de um importante compositor do morro. Por conta do pai, Miguel conhece o morro – e Jorge – ainda criança.
Um reencontro só acontece nos anos 70, quando Miguel – preso político – vai parar no presídio de Ilha Grande, onde Jorge está preso por assaltar um banco. Segundo Lúcia, a recém-implementada Lei de Segurança Nacional esvaziava o caráter político da ação de militantes de esquerda e os encarcerava junto a prisioneiros comuns.
Os chamados subversivos, como Miguel, criaram normas de comportamento para toda a cadeia – proibindo relações homossexuais, uso de maconha etc. Com o tempo, a barra pesa, e a única saída é a construção de um muro, separando presos políticos de comuns. Do lado apolítico, a disputa pelo poder provoca um racha, e o aparecimento da Falange Vermelha, que no futuro viria a se chamar Comando Vermelho.
elenco:
Caco Ciocler
Flávio Bauraqui
Werner Shünemann
Antonio Pompeo
Maria Flor
Fernando Alves Pinto
Babú Santana
Renato De Souza
Marieta Severo
Luis Melodia
Premios:
Título do Filme
Quase dois irmãos
()
Quase.Dois.Irmãos.2007.DVDRip.XViD.nsiervi
Poster
Sinopse
Sinopse Resumida:
Miguel, senador da República, visita seu amigo de infância Jorge, que se tornou um poderoso traficante de drogas do Rio de Janeiro, para lhe propor um projeto social nas favelas. Apesar de suas origens diferentes, eles se tornaram amigos quando criança, nos anos 1950, pois o pai de Miguel tinha paixão pela cultura negra e o pai de Jorge era compositor de sambas. Nos anos 1970 eles se encontram novamente na prisão de Ilha Grande. Ali, as diferenças raciais eram mais evidentes: enquanto a maior parte dos prisioneiros brancos estava lá por motivos políticos, a maioria dos prisioneiros negros era de criminosos comuns. O filme, um retrato da relação entre a classe média e a favela carioca, marcada pela música popular e pela história política recente.
Sinopse Completa:
A relação de dois amigos, Miguel (personagem dividido pelos atores Caco Ciocler e Werner Schünemann, em diferentes idades) e Jorge, que começa nos anos 50. O primeiro é branco, filho de um jornalista apaixonado por samba. O segundo, negro, filho de um importante compositor do morro. Por conta do pai, Miguel conhece o morro – e Jorge – ainda criança.
Um reencontro só acontece nos anos 70, quando Miguel – preso político – vai parar no presídio de Ilha Grande, onde Jorge está preso por assaltar um banco. Segundo Lúcia, a recém-implementada Lei de Segurança Nacional esvaziava o caráter político da ação de militantes de esquerda e os encarcerava junto a prisioneiros comuns.
Os chamados subversivos, como Miguel, criaram normas de comportamento para toda a cadeia – proibindo relações homossexuais, uso de maconha etc. Com o tempo, a barra pesa, e a única saída é a construção de um muro, separando presos políticos de comuns. Do lado apolítico, a disputa pelo poder provoca um racha, e o aparecimento da Falange Vermelha, que no futuro viria a se chamar Comando Vermelho.
Screenshots
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Elenco
Informações sobre o filme
Informações sobre o release
Caco Ciocler
Flávio Bauraqui
Werner Shünemann
Antonio Pompeo
Maria Flor
Fernando Alves Pinto
Babú Santana
Renato De Souza
Marieta Severo
Luis Melodia
Premiações
- Festival do Rio 2004:
Melhor Diretor – Lúcia Murat
Melhor Ator – Flávio Bauraqui
Fipresci Award (Federação Internacional de Críticos) – Best Latin American Film
- Amazonas film festival 2004
Melhor Filme
- Festival de Havana 2004
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora
- Festival de Marseille 2005
Melhor filme do público
Prêmio especial do Júri
- Festival Mar Del Plata 2005
Melhor filme do juri popular
Melhor filme ibero-americano do juri
- Festival Brasileiro de Paris 2005
Melhor filme do Público
- Festival de Belém 2005
Melhor roteiro – Lucia Murat e Paulo Lins
Melhor ator coadjuvante – Babu Santana
Melhor atriz coadjuvante – Maria Flor
- Brasilian Miami film festival 2005
Melhor som – Naná Vasconcelos
- Festival de Huelva 2005
Prêmio Radio de España
Prêmios Especial do Jurados
- Associação Paulista dos críticos de Arte 2005
Melhor roteiro – Lucia Murat e Paulo Lins
- Associação dos Correspondentes Estrangeiros 2005
Indicado para melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro e melhor ator
- Seleção Oficial
Toronto Film Festival – 2004
Montreal Film festival – 2004
Festival do Rio – 2004
Mostra de São Paulo – 2004
Festival de Biarritz – 2004
Festial de Havana – 2004
Festival de Palm Springs – 2005
Festival de Créteil – 2005
San Francisco International Film Festival – 2005
Seattle International Film Festival – 2005Festival de Lima – 2005
Festival de Valdivia- 2005
Festival de Quito – 2005
London Film Festival – 2005
Helsink Film Festival – 2005
Meinheim Film Festival -2005
Haifa Film Festival
Melbourne film Festival
FONTE: http://www.makingoff.org (ótimo site para baixar filmes alternativo)
Minha sugestão é “O Senhor das Moscas”, um filme baseado no livro de mesmo nome. O Senhor das Moscas (Lord of the Flies) é um livro de alegoria escrito por William Golding, vencedor do Prêmio Nobel em 1983. Foi seu primeiro livro, e foi publicado em 1954. Embora não tenha sido um grande sucesso à época – vendendo menos de 3000 cópias nos Estados Unidos em 1955 antes de sair de catálogo – com o tempo tornou-se um grande sucesso, e leitura obrigatória em muitas escolas e colégios. Foi adaptado para o cinema em 1963 por Peter Brook, e novamente em 1990, filme estes que também passaram a ser exibidos em diversas instituições educacionais. O título é uma referência a Belzebu (do nome hebraico Ba’al Zebub, בעל זבוב), um sinônimo para o Diabo. É geralmente lembrado como um clássico da literatura inglesa do pós-guerra, ao lado de A Revolução dos Bichos e O Apanhador no Campo de Centeio.
O livro retrata a regressão à selvageria de um grupo de crianças inglesas de um colégio interno, presos em uma ilha deserta sem a supervisão de adultos, após a queda do avião que as transportava para longe da guerra.
Muitos interpretaram “O Senhor das Moscas ” como um trabalho de filosofia moral. O cenário da ilha, um paraíso com toda a comida e a água necessários, pode ser visto como uma metáfora para o Jardim do Éden. Assim, a primeira aparição do “Bicho” seria o surgimento da serpente, como o mal surge no livro de Gênesis.
Um dos principais temas do livro é a natureza do Mal. Isto pode ser claramente visto na conversa que Simon mantem com o crânio do porco, que refere-se a si mesmo como “O Senhor das Moscas” (uma tradução literal do nome hebraico de Ba’alzevuv, ou Beelzebub em grego). O nome, enquanto se refere aos enxames de moscas sobre si, claramente refere-se ao personagem bíblico.
O Senhor das Moscas
Lord of the flies
Realizador: Harry Hook
Actores: Chris Furrh; Paul Getty
Música: Philippe Sarde
Duração: 91 min.
Ano: 1990
Algo realmente difícil é indicar um filme, visto que sou um apaixonado.
Diante de tal dúvida, escolhi um filme que me fez refletir sobre o sentido de várias coisas. É um filme conhecido e premiado. Levou 5 Oscars em 1975.
Um filme belíssimo que mostra que o prazer de viver está na simplicidade das relações humanas.
Baseado no livro homônimo de Ken Kesey.
SINOPSE:
Para não cumprir pena na cadeia, o prisioneiro McMurphy finge ser louco e é internado num manicômio. Lá, ele se entrosa com os outros pacientes, incitando-os a infringirem as regras e enfrentando a enfermeira-chefe linha-dura Mildred.
ELENCO:
Jack Nicholson
Christopher Lloyd
Danny DeVito
Louise Fletcher
William Redfield
Will Sampson
Brad Dourif
Scatman Crothers
Michael Berryman
Peter Brocco
Dean R. Brooks
Onde está o nome do filme, Sr. João?
Nossa, que vacilo!!!!
Macacudo, fico muitíssimo grato pela observação.
Fica então o fruto da minha desatenção:
UM ESTRANHO NO NINHO
Grande abraço
Aproveitando a onda TV indico dois documentários.
“Muito Além do Cidadão Kane”, produzido pela BBC e foi proibido no Brasil, fala sobre o poder de alienação das TVs comerciais e mostra a verdadeira face, a podridão que é a rede globo, como influenciou drástica e diretamente na eleição de Fernando Collor e muito mais.
Outro documentário muito importante e mostra a maior gravidade desse assunto que é a influência negativa da TV sobre as crianças, que inclusive vi o trailer aqui no blog, não pude assistir na TV , mas consegui o DVD, chama-se “Criança a alma do negócio”.
As pessoas criam seus filhos, a TV aliada ao pouco investimento e pouco caso na educação faz deles máquinas de consumo e até de reprodução precoce. Mas sem dúvida os pais tem responsabilidade sobre isso, e antes dos mesmos reclamarem do comportamento dos filhos deveriam analisar o acesso deles à TV.
quem quiser digita no google que acha os docs. se não eu compartilho. marioafm@hotmail.com
Já que o Mario sugeriu dois documentários, também irei sugerir um.
Zeitgeist é um documentário dividido em três partes:
Parte 1: “A maior história já contada”
Fala sobre a manipulação das crenças populares, fazendo um comparativo entre as crenças religiosas contemporâneas e alguns mitos antigos.
Parte 2: “O mundo inteiro é um palco”
Fala sobre manipulações dos EUA a respeito de ataques terroristas.
Parte 3: “Não se importem com os homens atrás da cortina”
Mostra a relação entre os banqueiros e a Guerra, justificando assim a entrada dos EUA na Primeira e Segunda Guerra Mundial.
Resumi bem o que cada parte fala, mas no geral, o filme aborda um assunto que, por concepções morais (e não éticas) se tornou intocável e inquestionável.
Na minha opinião nada é inquestionável, portanto, vale a pena assistir.
Se você não concorda com o conteúdo do documentário (o que se aplica à maioria) pelo menos vai saber uma opinião diferente sobre temas que não são discutidos abertamente.
VALE A PENA.
Ps: Os autores do documentário se mantiveram no anonimato para não sofrer perseguição daqueles citados. Nesse aspecto, lembra até um Blog que eu acesso com frequência.
Queria indicar um dos meus filmes de vida, mas por aqui em Barretos ainda não consegui localiza-lo…
DANÇANDO NO ESCURO, um drma musical maravilhoso do diretor lars von trier, com a nada mais nada menos Bjork…
Só por ai ja vale a pena asistir, mas o filme ultrapassa qualquer conceito ao chegar nos limites da condição humana, principalmente quando as relações de poder são uma das premissas enriquecedoras da história…Impossivel não se emocionar!!!